“Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso.
E ainda estou confuso(…)”
Tenho me sentido um pouco como o Zeca Baleiro, tão à flor da pele que qualquer beijo de novela pode me fazer chorar. Ando inquieto, preocupado, angustiado e impaciente.
Antes havia uma indecisão sobre qual caminho seguir, hoje há um obscuro abissal entre o agora e como será tudo depois de uma simples ligação telefônica.
Quando fazemos planos, nos preparamos para o porvir e para uma situação relativamente conhecida. Só que a vida é uma mistura de oportunidades e falta delas, então você precisa saber duas coisas: o que escolher e o que declinar. E por mais que eu esteja me preparando para escolher, sei que não será tão fácil renunciar aos meus planos.
Era tudo muito simples, não fosse a vida sua própria antagonista. Agora rivalizo entre o que eu sou e aquilo que planejei ser, logo vivo num limbo entre memórias e desejos, passado e futuro e a única coisa que sei é que cada dia é um novo tormento.
Porque eu poderia simplesmente continuar minha vida à revelia dos próximos acontecimentos, ao invés de sofrer de véspera. Mas isso é mais fácil quando as escolhas são mais simples ou menos impactantes. E definitivamente há muita coisa em jogo.
Agora é jogar com a paciência e esperar que tudo se resolva.
8 comentários:
(...)só que agora é diferente
estou tão tranquilo e tão contente...
decida pelo coração. a razão nos afasta da felicidade, e as vezes achamos que o tempo cura, que esquecemos, mas o que é verdadeiro não se esquece e depois de um tempo ele continua lá, um pouco silencioso, mas lá...o perigo está quando se acorda... BÚ!!!
Não preciso nem dizer quem sou.
A maior descoberta sobre mim mesma nos últimos tempos é que não tenho paciência. Ou sou apática demais, ou ansiosa (e impulssiva) demais... De uma forma ou de outro acabo sempre colocando tudo a perder.
Gostei do novo layout. Parabéns!
Siga o coração.
:)
Nada é simples meso na vida... Siga em frente, ou, como eu digo, "move on, life`s so short"... E mudar é tão bom!!! E, só lembrando, como os links, no final, deu tudo certo. E vai dar! Se não deu aind aé porque não chegou o final.
Beijos :)
a primeira coisa a se pensar é se vale a pena.
Ato I:
"... e queria sempre achar explicação pro que eu sentia."
Ato II:
"... às vezes me preservo, noutras suicido."
Dèjá vu? (Bifurcação § 2º, in fine e Acontecimentos, § 4º)...
Tudo bem que a sensação pode ser a mesma, mas há diversos tipos de alegorias utilizáveis e conotativamente adequadas. Porque, apesar de ser o mesmo moinho, os ventos que o move são distintos.
Tudo vai dar certo, vais ver :))
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