Sou a metade daquilo que fui, a falsa impressão do dobro que sou e o complemento daquilo que serei. Ou seja, sou o nada e sou tudo, aquilo que restou de mim, a minha melhor e pior porção.
Mas eu aprendi com o tempo que a gente só sabe o que é o bastante depois que aprende o que é mais que bastante, por isso tento viver calma e tranquilamente, embora meu comportamento obsessivo-compulsivo não me permita deixar as coisas assim tão simples.
Recortes de rascunhos inacabados
20 horas atrás